Desconhecemos o amor

Falar de amor viralizou de uma forma tal que muitos se questionam se ele é de fato praticado fora do “corpo virtual”, mas para mim não importa tanto no momento.

Young couple kissing on the sand by the river

O que acho mais interessante é perceber como somos ligados a ideias limitadas, românticas ou clichês sobre essa grande energia disponível no nosso corpo humano. Sempre lembro da frase da Anne Hathaway no filme Interstelar:

“Passamos tempo demais tentando compreender isso na teoria. O amor não é algo que inventamos. É perceptível, poderoso. Precisa significar algo. Amamos pessoas que morreram. Qual utilidade social disso? Talvez signifique algo que ainda não podemos compreender. Talvez seja alguma evidência ou artefato de dimensão superior que não notamos conscientemente. O amor é a unica coisa capaz de transcender as dimensões de tempo e do espaço. Talvez devêssemos confiar nisso, mesmo que ainda não compreendemos.”

https://www.youtube.com/watch?v=FLS7e-1nL08&t=8s

Temos medo da energia do amor, os cientistas por acharem que ela atrapalha a percepção pura, alguns por associarem o amor a fraqueza…E outros que até gostam de falar ou sentir (um pouco) do amor, mas não permitimos que ele se expressa da melhor forma (mais potente), a incondicional.

Temos medo de parecermos ingênuos ou infantis (de novo retorno a idéia de como a infância já sabe “quase” tudo). No fim, achamos que vamos “explodir” para dentro ou para fora se sentirmos demais.

Existem alguns estudos que clamam a frequência 528Hz como a frequência do amor. Não encontrei ainda estudos conclusivos, mas de qualquer forma eu realmente fico a pensar no amor como a Dr . Anne traz.

O amor é uma energia poderosa e por isso ainda estamos sendo letrados nela e no seu potencial infinito de cura e equilíbrio de todas as esferas, desde as nossas células até os nossos sistemas econômicos e sociais.

Autora do texto:

Fernanda Leão Ladeia, terapeuta holística

Desconhecemos o amor

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