Sair da zona de conforto

Sabemos acordar, comer, olhar as mídias sociais e repetimos isso todos os dias. Assim como no nosso trabalho, na nossa vida pessoal, temos nossos rituais e rotinas. E seguramos o nível de ansiedade e consequentemente, mantemos a nossa zona de conforto, ou seja, ficamos a repetir, repetir, repetir.

A ciência já comprova que elevar um pouco o nível do desafio com tarefas novas nos traz aprendizados, nos motiva e nos faz crescer, aumentando o tamanho da nossa zona de atuação. Como exemplo, aquela viagem que você sempre quis fazer, mas tem muito medo. No começo, você se sente ansiosa, mas quando ela vai acontecendo e depois quando ela é concluída, o nível de dopamina no cérebro (responsável pelo setor de recompensa) cresce e, já temos mais uma pessoa bastante confiante e cheia de planos e energia para fazer outros desafios acontecerem.

Mas ai vem a pergunta predileta dos amadores da “confort zone”:

“ E se der errado?”

O que deu errado? O fato de que você conseguiu sair de casa e viveu todas as experiências necessárias para o seu desenvolvimento ou o sonho feito a partir da “não experiência” e sim do desejo de controlar?

Sair da zona de conforto nos propicia experienciar a vida como ela é, apenas no presente e aproveitando, pois não há muitas garantias. Sair da zona de conforto pode ser a melhor forma de meditar em alguns casos.

P.S. – tem um teste muito legal na internet que testa a sua zona de conforto.

Está em inglês, mas se você não souber, consegue resolver com um tradutor on line rapidnho. E no final, ele te dá dicas sobre como você pode ir além dos seus receios.

Autora do texto: Fernanda Leão Ladeia, terapeuta holistica

Sair da zona de conforto